Nessa tríade, de acordo com Jessé, coube a Sergio Buarque a ideia do brasileiro como um “homem cordial”, emotivo. Caracterizando a emoção como um processo do corpo e não do espírito, Jessé argumentou que, nessa teorização, a dimensão intelectual ficava reservada para os europeus. “Ser emotivo é coisa de animal”, criticou.
Quase todas as análises ao estado do país feitas na praça pública pecam por miopia: como desconhecem a profundidade histórica do atraso, fazem erros sistemáticos e anunciam diagnósticos inúteis, quando não prejudiciais. Quem discursa tem também frequentemente um marcado enviesamento político e não declara os seus conflitos de interesse.
Quem é a elite do atraso?Como pensa e age essa parcela da população que controla grande parte da riqueza do Brasil?Onde está a verdadeira e monumental corrupção, tanto ilegal quanto "legalizada", que esfola tanto a classe média quanto as classes populares?A elite do atraso se tornou um clássico contemporâneo da sociologia brasileira, um livro fundamental de Jessé Souza, o sociólogo
Quem é a elite do atraso? Como pensa e age essa parcela da população que controla grande parte da riqueza do Brasil? Onde está a verdadeira e monumental corrupção, tanto ilegal quanto ""legalizada"", que esfola tanto a classe média quanto as classes populares?
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